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O brinquedo não tem função única de distrair ou divertir. Hoje, na moderna concepção educacional, o brinquedo é considerado uma peça fundamental no desenvolvimento físico, intelectual e social da criança, razão pela qual não se pode permitir que a ignorância do consumidor ou a ambição desmedida de alguns poucos empresários possa contaminar uma das melhores fontes de formação sadia dos adultos do amanhã.
É o brinquedo que desperta a criança para o aprendizado, inicia o processo de conhecimento, estimula a imaginação e, no seu consciente e inconsciente infantil, abre as portas do mundo e propicia a criatividade.
Portanto, muito além de um passatempo, o brinquedo promove o desenvolvimento de diversas funções vitais na criança, como raciocínio e coordenação motora, viabilizando, com a mais completa naturalidade e prazer, a melhoria da saúde física e mental no presente e com profundos reflexos no futuro.
Dizem os manuais de consumo que os brinquedos devem ser escolhidos e adquiridos em razão da idade, principalmente, coadunando sua utilidade com o prazer da diversão.
É certo que a maioria dos brinquedos estimula a criança para uma vida saudável, livre e solidária, contribuindo ainda para o desenvolvimento do companheirismo e da amizade.
Entretanto, existem brinquedos que não cumprem sua função e nem são divertidos para as crianças, e outros podem até ser danosos a saúde e à integridade física das crianças.